LIQUIDEZ

Este é um termo que pode ser empregado em várias situações. A principal utilização do termo é como medida de quantidade de lotes ou contratos negociados. Costumamos dizer que o mercado está líquido quando está negociando lotes significativos e com frequência.

Outro emprego do termo liquidez é como medida de quantidade de ordens limitadas em cada nível de preço no Book de Ofertas. Quanto mais ordens limitadas em cada nível de preço, mais “liquidez” existe no mercado.

Esse conceito de quantidades de lotes na tela em cada nível de preço abre espaço para uma discussão mais profunda. Nós classificamos os ativos em função da quantidade de lotes em cada nível de preço.

Costumamos dizer que um ativo é de fluxo quando apresenta quantidade significativa de lotes em cada nível de preço. Alguns exemplos são: o Dólar Futuro (quando tem acima de 250 lotes por preço), as opções abaixo de R$ 0,45/R$ 0,40, algumas ações (especialmente as mais líquidas e abaixo de R$ 10,00) e o contrato de taxa de juros DI.

Em contrapartida, classificamos um ativo como de volatilidade quando há escassez de lotes em cada nível de preço. Na verdade, todos os ativos que não são de fluxo se enquadram nessa classificação de volatilidade, como o Índice Futuro, as opções mais caras e etc.

Existem algumas diferenças e implicações práticas entre os ativos de fluxo e de volatilidade. A principal diferença entre esses ativos é que o consumo da liquidez num mesmo nível de preço. É um ótimo termômetro sobre percepção de fluxo.

Nos ativos de volatilidade você só percebe que houve agressão significativa (o que indica a presença de players price maker) numa faixa de preços, ou seja, o mercado já andou. Dessa forma, há piora na relação risco retorno do scalping.

 

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